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O LADO B DA GERAÇÃO Y

Jovem imediatista assusta gestores

Um jovem que estudou nas melhores escolas, aprendeu idiomas, teve experiências no exterior, é inteligente, criativo e conectado e tem disposição para trabalhar duro e inovar ostenta um currículo que parece ser o sonho dos selecionadores das empresas.

Não necessariamente. Esse mesmo perfil pode virar um pesadelo para os gestores que logo identificam a geração Y – leva dos nascidos entre 1980 e 1990, que reúne características como agilidade, autodidatismo tecnológico e criatividade. Isso porque esses “nativos digitais” demandam muito de seus superiores, não temem atropelar processos e, principalmente, não pensam duas vezes antes de trocar a empresa que investiu em seu treinamento por uma que pague melhor ou outra que ainda não existe: a que vão criar.

Assim, os gestores tendem a ficar alertas para o perfil Y excessivo: aquele que, apesar de reunir o currículo ideal, não tem paciência para os ritos da cultura corporativa, como esperar por uma promoção.

Para Fernando Mantovani, da consultoria Robert Half, o principal problema é a alta rotatividade. “Uma empresa investe muito no profissional. Se após dois anos ele sai, não valeu a pena”, avalia, sobre o desgaste financeiro e organizacional.

O consultor argumenta ainda que essa rotatividade é estimulada pela ambição por grandes projetos, com desprezo pelos menores e, especialmente, pelas tarefas operacionais. “Não dá para sair da faculdade e construir uma hidrelétrica. É preciso primeiro fazer uma estrada, depois uma ponte pequena e, em seguida, uma ponte grande”, exemplifica.

Fonte: FSP – EMPREGOS

Geração Y

Estudo sobre perfil de consumo da geração Y de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre

Um estudo conduzido pela empresa de pesquisa Bridge Research revelou o perfil da geração Y – jovens nascidos entre 1978 e 1990 -, o que pensam em relação a assuntos como política, comunicação, dinheiro e seus hábitos de consumo. O trabalho foi baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, universo estimado em cerca de oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C com idades entre 18 e 30 anos.

“Características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Geração Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais”, afirma Renato Trindade, presidente da empresa.

A pesquisa mostra que embora existam semelhanças comportamentais entre seu integrantes, há diferenças que são determinadas pelo poder aquisitivo e o nível social. Isso pode ser verificado nos resultados da pesquisa, na análise dos locais de compra, frequência das viagens e de consumo, posse de itens de conforto e velocidade de acesso a novidades.

O executivo detalha que a idade também traz grandes diferenças. Os nascidos entre 1978 e 1980 apresentam mais responsabilidade, maior estrutura de gastos, valores da Geração Y menos cristalizados, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995, estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação.

Veja abaixo alguns destaques da pesquisa:

Vida profissional

O trabalho é para a Geração Y sinônimo de dinheiro, estabilidade financeira. O sentir-se ativo e feliz é parte importante, mas tem que ter um propósito maior – crescer financeiramente é uma meta que deve ser alcançada rapidamente na percepção dos Y’s. No universo de desejos profissionais, o estudo aponta palavras-chave: prazer no que faz; fazer o que gosta; saber realizar; produzir; desenvolver; executar; ter benefícios; ser remunerado; ter dinheiro; se sustentar; ativo; útil; fazer parte da sociedade e evoluir.

Comunicação

O estudo mostrou que, pouco a pouco, a Geração Y está se afastando do hábito de comprar e ler jornais – substituídos sumariamente pela tevê e internet por “entregar” a informação com rapidez e qualidade. O rádio não é o preferido, mas foi apontado como útil e prático.

Dinheiro

O dinheiro é resultado do trabalho e significa independência e estabilidade. Com essa percepção, a Geração Y acredita que dinheiro e estabilidade são mecanismos para a obtenção de prazer. Máximas como: “poder sobre as pessoas”, “estabilidade financeira”, “mal/bem necessário”, “futuro e possibilidade de planejar”, “progresso e realização pessoal”, “oportunidade de fazer e comprar mais” e “trabalhar para ganhar” estão presentes nos resultados da pesquisa.

Consumo

Uma outra especialidade da Geração Y – além de ser veloz – é ir às compras. As associações com a prática são positivas e emocionais. Não são apegados à marcas e têm foco no resultado que a compra produz.

Roupas

As classes A e B apontam a vitrine como responsável pelo impulso de compra; na classe C, as lojas de rua dividem espaço com as de departamento, sendo que o foco é se a roupa “caiu bem” e se há facilidade de pagamento.

Eletroeletrônicos

Ao contrário do comportamento adotado no consumo de roupas, a Geração Y mostra maior preocupação na hora de adquirir eletroeletrônicos.

Bancos

Os grandes bancos são associados à visibilidade – quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande –, quantidade de agências espalhadas pela cidade e número de caixas eletrônicos.

Atendimento

A Geração Y se comporta de maneira similar às demais gerações quando o tema é atendimento. A demora é a principal reclamação desses jovens. As expectativas com relação ao atendimento são similares – esperam atendentes bem treinados e capacitados; com boa vontade; eficientes; atenciosos e simpáticos; pró-ativos e com raciocínio rápido. Preferem não falar com mais de um atendente; não ter a ligação derrubada; ter respostas diretas e objetivas; e conseguir resolver o problema. Uma das contradições é que a Geração Y não prefere a internet na hora do atendimento, porque não tem paciência para escrever, enviar e aguardar a solução por e-mail.

Fonte: Portal PEGN

Em apenas 20 anos ocorreram diversas mudanças no mundo corporativo: Observe estes dois cenários. 1° Situação: Horário de entrada no trabalho às 8 horas; os papéis e as pastas ficam nas gavetas; equipamento de trabalho: máquina de escrever elétrica; dos 10 níveis hierárquicos existentes, você está no oitavo e, por fim, volta para casa às 17:45 horas. 2° Situação: Horário de entrada no trabalho às 9 horas; computador ligado e 40 novos emails; você está no meio de três níveis hierárquicos existentes; hoje, infelizmente, não teve tempo de almoçar; houve uma conferência com a matriz nos USA e com parceiros na França e Alemanha; mas, hoje, você volta mais cedo para casa, às 20:00 h, pois tem um jantar familiar.

Somente vinte anos separam estes dois cenários e, a única similaridade é a presença dos protagonistas. As mudanças e transformações drásticas que ocorreram neste curto período, é de conhecimento de todos que não só conhecemos como já vivenciamos. O importante é discutir e refletir sobre os tipos de exigências, ou melhor, competências que são feitas atualmente no mundo organizacional. Isso permitirá aos profissionais de hoje terem um desempenho adequado e satisfatório e obter sucesso profissional.

As estruturas e modelos de gestão organizacionais se modificaram muito mais rapidamente do que a capacidade humana de se adaptar a eles. Por isso é discutido tanto nas empresas o perfil de um candidato e as competências necessárias para atendê-lo.  Portanto, é muito importante buscar entender o que as empresas exigem e esperam dos seus profissionais. Algumas exigências atuais são bem conhecidas: competência interpessoal, trabalhar em equipe, falar um ou mais idiomas fluentemente, ser participativo, visão de resultados e de custos, cursos de especialização, ter “espírito de liderança”, autonomia decisória, ter visão de processo, trabalhar sem supervisão permanente, trabalhar em/com grupos virtuais, não podemos esquecer-nos da pressão por resultados … Ou seja, essas exigências vêem sendo discutidas e desenvolvidas com mais ênfase nos últimos 20 anos.

Um dos segredos deste novo modelo organizacional é aprender a se desenvolver e sobreviver. Pois, de um lado é viver sob pressão para adaptar-se rapidamente às exigências de desempenho e de outro ficar exposto a uma imensa quantidade de fontes não muito sustentáveis de soluções e explicações, que não conseguem tratar o comportamento humano na empresa com a profundidade e a complexidade que lhe é próprio. A única solução que existe é aprender a se adaptar as diversas mudanças deste novo mundo corporativo.

Não há nada que deixe um estudante mais ansioso do que um processo seletivo de Programas Trainee ou de Estágio. Segundo consultores de RH, essa duração é essencial para garantir o resultado do processo.

Seguem as etapas mais comuns dos processos seletivos:

1ª etapa: Inscrições – As inscrições têm a duração de aproximadamente um  mês. Isso acontece, pois durante o período de inscrições, é necessário fazer a divulgação do programa e atrair candidatos que são alvos da empresa. Providenciar cartazes para divulgação nas universidades, convite ao banco de currículos da empresa recutadora, divulgação em mídias, twitter, blogs, etc.

2ª etapa: Testes – Em quase todos os processos pelo menos um teste é enviado aos candidatos (inglês, espanhol, português, raciocínio lógico, conhecimentos específicos, etc.). Os candidatos têm aproximadamente uma semana para realizem os testes, incluindo sempre um final de semana.

3ª etapa: Primeira etapa presencial (Dinâmica de Grupo ou Laboratório de Competências) – Nesse período acontecem as dinâmicas e a apresentação pessoal dos candidatos. A duração depende do número de candidatos que há dentro do perfil que se enquadra na vaga e, também, do resultado obtido nos testes aplicados na 2° fase.

4ª etapa: Segunda etapa presencial (Painel de Negóciosr) – Nesta etapa os candidatos são finalistas e o seu desempenho será analisado, presencialmente, com a participação dos gestores da empresa. O tempo de duração desta etapa vai variar de acordo com o número de candidatos

5ª etapa: Entrevistas finais- É uma fase que a sua duração depende muito do número de candidatos finalistas e de quantas entrevistas a empresa pretende realizar. Pode ser apenas uma, ou mais.

Essas diversas etapas são necessárias para que as empresas encontrem o profissional que se enquadre no perfil desejado.

Quem nunca se deparou com uma enxurrada de afazeres e prazos serem cumpridos, além disso, nunca se desesperou com diversos trabalhos e provas acadêmicas e ainda ter que conciliar com o estagio?? A administração do tempo é um tema discutido em inúmeros artigos, livros e palestras. Quando menos esperamos, “forças” nos empurram para fora dos trilhos, ofuscam nosso foco e que exigem constante reavaliação de rumo para que possamos realizar nossas obrigações de maneira satisfatória e dentro do prazo.

Não importa a ações feitas, o tempo é limitado e veloz. É um recurso escasso na vida de qualquer um e nas empresas. Portanto administrá-lo é a única maneira de torná-lo produtivos e de conseguir realizar as obrigações dentro do prazo e de ainda ter um tempo livre para realizar “descansar”.

Mas, como administrar o tempo?  Priorizar a lista de afazeres de maneira adequada. Porém, como priorizar?  Um dos grandes gurus de gestão, Stephen Covey, desenhou uma maneira interessante de priorizar as atividades: Os afazeres se dividem entre coisas urgentes e coisas importantes. As urgentes são aquelas que se colocam na nossa frente, se impõe, e para elas dificilmente é possível dizer não. Já as importantes são as tarefas que realmente fazem diferença na vida de uma empresa, as que geram crescimento

Estas duas variáveis são expressas em quatro combinações:

  URGENTE NÃO URGENTE
IMPORTANTE          QUADRANTE 1

  • Crises
  • Problemas urgentes
  • Projetos de curto prazo

 

        QUADRANTE 2

  • Planejamento
  • Desenvolvimento
  • Prevenção
  • Organização
NÃO IMPORTANTE          QUADRANTE 3 

  • Interrupções
  • Telefones particulares
  • Pequenos problemas
        QUADRANTE 2 

  • E-mails particulares
  • Conversas paralelas
  • Navegar sem rumo na Web

 

Não há como fugir do quadrante 1, mas é possível reduzir sua ocorrência atuando no quadrante 2, que previne as emergências.

Pode-se evitar o quadrante 3, desde que fique decidamos fazê-lo, ao cortar as interrupções ou delegar para outros as questões deste quadrante.

O quadrante 4 é o mais improdutivo e o qual pode e deve ser evitado. Normalmente esse quadrante é usado, por um impulso, quando há atividades que não é agradável ou se tem aversão. Porém na vida profissional  existem inúmeras atividades das quais não gostamos, mas que precisam ser encaradas.

Por fim o quadrante 2 que realmente faz a diferença na organização. As atividades deste quadrante são as que determinam uma empresa de sucesso e outra que patina. Mas,por serem tarefas não urgentes são deixadas de lado por que não se impõe, não gritam, não são colocadas nossa frente como obstáculo.

O segredo para ser um profissional produtivo é se dedicar o tempo ao quadrante 2, e procurar reduzir ao máximo o tempo nos demais quadrantes. Assim, o tempo rende, há mais tempo de sobra e, conseqüentemente, os resultados do trabalho se tornam perceptíveis!


O perfil do profissional esperado

As características pessoais mais requisitadas pelos entrevistadores são: objetivos profissionais e de vida definidos; dedicação; responsabilidade; capacidade de aprender; iniciativa; capacidade de trabalho em equipe; ser voltado para resultados; ambição.

Maturidade
Ter maturidade não está relacionado com a idade. Ser maduro significa ser ponderado e prudente. No caso da entrevista, significa ouvir e pensar antes de falar. Não se precipitar nas respostas.

Erros que nenhum entrevistador suporta
Difamar ex-chefe ou de empresa anterior; atrasos ou faltas à entrevista; candidatos que põe restrições quanto ao horário de trabalho; candidatos que justificam sua pretensão salarial de acordo com suas necessidades financeiras pessoais; comunicação com muitas gírias ou muito coloquial;

Como justificar a pretensão salarial
A base dos salários são principalmente as contribuições que o candidato pode dar a empresa através de seu trabalho e na oferta no mercado de profissionais com aquele perfil. A pretensão deve ser baseada na média de salário pago pelo mercado para este cargo, pode aumentar caso o candidato tenha experiência específica no segmento de atuação da empresa, ou seja, se vier da concorrência.

Atitudes que ajudam a conquistar o entrevistador
A principal é saber ouvir, e evitar respostas fechadas do tipo sim ou não. É preciso mostrar interesse pela empresa e pela vaga oferecida. Procurar conhecer o mercado de atuação da empresa, seus concorrentes, e mostrar disponibilidade e flexibilidade para participar das próximas etapas da seleção. Elaborar perguntas, não muito longas, demonstra interesse pela empresa.

Como o entrevistado se prepara para uma entrevista
De acordo com o perfil do solicitado pela empresa, o candidato deve procurar conhecer o máximo possível sobre a empresa em que pretende trabalhar, através de pesquisa na Internet e outras mídias.
Diversos profissionais erroneamente avaliam o sucesso profissional e pessoal através dos aumentos salariais recebidos ao longo da carreira. Com o tempo, surgem outros fatores tão ou mais importantes, como a satisfação pessoal e a satisfação profissional. São sentimentos que nenhum salário polpudo traz por si só.


De uns tempos para cá, a sigla MBA (Master in Business Administration) tornou-se uma febre no mundo dos negócios, virou um símbolo de status. Não há quem não queira fazer um MBA, e por isso, opções de escolas e cursos não faltam. 

Em todo o mundo, mais de 2 mil escolas oferecem cursos de MBA. Para guiar os estudantes e mapear onde estão os melhores cursos, existem vários rankings de escolas e universidades, como o da revista Business Week e do jornal britânico Financial Times. Ambos apontam como top de linha os cursos oferecidos nas escolas de negócios dos EUA, como a de Wharton, na Pennsylvania, e Harvard. Mas aos poucos, escolas européias também começam a se destacar na lista, como a francesa Insead, a London Business School e a suíça IMD. É preciso analisar qual localidade e qual escola correspondem aos seus objetivos para então fazer a escolha. 

De acordo com Maria Tereza Gomes, jornalista e autora do livro “O Guia dos MBAs – O roteiro completo dos melhores MBAs: Estados Unidos, Europa e Brasil”, o crescimento da importância dos cursos de MBA ocorreu por dois importantes fatores: primeiro porque é um fenômeno mundial, que começou no início da década de 90 com o boom da economia americana. E depois porque a competitividade nas empresas aumentou ainda mais, forçando os executivos a buscar maior especialização e aprimoramento profissional. “Na Europa e nos Estados Unidos, o mestrado em administração de negócios tornou-se um pré-requisito para a maioria dos cargos executivos. No Brasil, estamos caminhando para uma situação similar. Vejamos por quê: no passado, MBA era uma sigla conhecida apenas entre o pessoal das consultorias e bancos de investimentos. Hoje, empresas dos mais diferentes setores já contratam MBAs e algumas até financiam os funcionários dispostos a tirar o diploma. Já não é raro encontrar empresas que pagam total ou parcialmente o curso para seus melhores talentos”, explica Maria Tereza, na introdução do livro. 

No começo, os MBAs restringiam-se aos cursos de Economia, Finanças, Marketing, Tecnologia da Informação e Recursos Humanos. Hoje a opção de cursos é muito maior e é possível fazer um MBA em Saúde, Jornalismo, Agronomia, Direito, Hotelaria, Turismo e muitos outros. Os cursos também se aprimoraram e trazem hoje, além do conteúdo básico, demonstrações de como os alunos podem ter uma boa habilidade de relacionamento, como trabalhar em equipe e como gerenciar em tempos de crise. Pode-se dizer, inclusive, que os cursos pretendem preparar os executivos para ter sucesso em qualquer empresa ou área onde queiram trabalhar. O resultado dessas mudanças, segundo Maria Tereza Gomes, é que os alunos saem do curso muito mais preparados para enfrentar o mundo real, o dia-a-dia dos negócios. “Os alunos trabalham em times, ganham uma visão global da empresa e aprendem a analisar problemas sob múltiplas perspectivas. Uma coisa, porém, nunca muda: o MBA continua dando ao aluno a capacidade de se adaptar às mudanças, de aceitar a ambiguidade e de liderar outros com visão e confiança no aprendizado contínuo”. 

Como concorrer 

Para se candidatar a um curso de MBA no exterior é preciso, antes de mais nada, muita disposição para estudar, já que o ritmo é puxado e o processo é muito concorrido. A autora do “Guia dos MBAs” mostra que a luta já começa na hora da seleção. Segundo ela, Harvard, Columbia e MIT só aceitam 13% dos candidatos. Stanford recebe pelo menos 7% e Cornell e Indiana aceitam pouco mais de 30% dos candidatos. Dos 127 brasileiros que se candidataram a Wharton em 1998, só 20 passaram. “A pior competição, entretanto, é com os americanos. Eles, obviamente, sabem inglês melhor do que você e ainda têm acesso a um número bem maior de vagas – chega a 70% em algumas escolas”, comenta Maria Tereza. Para saber mais de cada curso e escolher o que mais se adequa à sua necessidade, você pode contar com a ajuda da internet, já que todos os MBAs hoje em dia têm páginas na Web. Depois de pegar todas as informações úteis nos sites, você deve entrar em contato diretamente com a escola, que poderá lhe fornecer informações mais precisas. 

Você também vai precisar ser fluente em inglês e passar por testes de proficiência, como o TOEFL (Test of English as a Foreign Language), o TOEIC (Test of English In Communication), o IELTS (International English Language Testing System) ou o CPE (Cambridge Proficiency in English). Cada escola define o teste que prefere. Além do teste de proficiência, há ainda o temido GMAT (Graduate Management Test), exame em inglês que testa conhecimentos em matemática e administração e é pré-requisito para admissão nas melhores escolas estrangeiras. 

Outro quesito fundamental é o financeiro. Dois anos de um curso de MBA em uma faculdade americana de renome geralmente não sai por menos de US$ 100 mil. Com o dólar cada vez mais instável, essa quantia pode chegar a US$ 200 mil. Justamente por envolver um alto investimento e ser uma decisão difícil, deve ser algo muito bem pensado. Há dois tipos de custos para os quais você precisa se preparar, segundo a obra de Maria Tereza Gomes: 

  • Custos diretos: São as cobranças feitas pelas escolas, mais as despesas de alimentação e aluguel.
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  • Custos indiretos: São despesas sobre as quais você pode ter algum controle, como os gastos pessoais, livros e transporte
  • Você não tem US$ 100 mil guardados debaixo do colchão? Não precisa se desesperar. Tendo metade do dinheiro, você já pode viajar com segurança, sem medo de ficar debaixo da ponte. Mas, claro, vai ter que trabalhar duro para conseguir a outra metade, que pode vir em forma de empréstimos, trabalho no verão e bolsas por desempenho acadêmico. 

    Para quem não tem dinheiro realmente, há duas saídas possíveis: uma é através das bolsas de estudos, oferecidas por instituições brasileiras ou pelos governos dos países, interessados em receber profissionais qualificados. A outra forma de se conseguir fazer um MBA sem grandes reservas financeiras é pela empresa em que você trabalha. O lado ruim de ser financiado pela empresa é que você fica amarrado a ela, ou seja, geralmente precisa cumprir a promessa de permanecer lá por algum tempo e não pode render-se às inúmeras oportunidades de trabalho que podem surgir, tanto no Brasil quanto no exterior. Maria Tereza Gomes sugere que, antes de aceitar o dinheiro da empresa, você responda a seguinte pergunta: Por que você quer fazer MBA? Ela afirma: “Se a resposta for para mudar de carreira ou abrir seu próprio negócio, sugiro que você peça demissão, raspe a poupança, venda o carro e tome dinheiro emprestado do pai, tio, irmã ou avó. Se a resposta, no entanto, for crescer dentro do que você já está fazendo, tudo bem. Aceite o financiamento e boa viagem”, conclui.

    Momentos de crise servem para evidenciar a importância de um intercâmbio cultural na carreira. Com menos recursos para realizar investimentos, as empresas passam a restringir suas atividades, podendo, até mesmo, demitir alguns profissionais. Ficam aqueles com diferenciais.

    A dificuldade para obter um emprego certamente é maior em momentos de recesso econômico, tornando assim a competição bem mais acirrada. É justamente em momentos como este que o profissional que realiza um programa de intercâmbio se destaca no mercado de trabalho.

    Mas vale lembrar que o programa de intercâmbio não é a tão sonhada viagem para Disney, ou qualquer viagem que se vá a passeio para o exterior. O intercâmbio que vale como diferencial é o intercâmbio cultural no intuito de estudar e/ou trabalhar no país de destino, com isso permanecemos mais tempo no outro país e o resultado é a qualidade na troca que pode ser de experiências, cultural, comercial, entre outros sentidos, já que muitos jovens têm como objetivo não só aprender uma nova língua, mas também se divertir. Mas além de toda a diversão, fazer um intercâmbio hoje é uma alternativa conveniente de crescer profissionalmente. A maioria das empresas leva em consideração uma experiência no exterior durante o processo de seleção para uma vaga.

    A DIFERENÇA NO MUNDO CORPORATIVO

    A experiência de viver em outro país proporciona ao profissional conhecer hábitos diferentes, abrindo uma nova perspectiva, com isso o intercambista precisa se adaptar a um novo ambiente, enfrentar desafios e crescer, como pessoa e profissional.

    Este é um dos motivos que os departamentos de Recursos Humanos de diversas empresas brasileiras levam em consideração a participação em programas de intercâmbio cultural no exterior na hora de contratar novos profissionais. A adaptação os credencia a encarar desafios corporativos com sucesso.

    O planejamento de uma viagem dessa imensidão e importância demora um pouco, é preciso ter paciência e ser comprometido com o seu objetivo, mas o esforço valhe à pena e depois é só colher os resultados. Uma dica é pesquisar em agências os melhores pacotes e promoções. Uma forma muito legal e interessante de pesquisar é conversar com seus amigos que já fizeram um intercâmbio e pedir dicas.

    5 ótimos destinos para se fazer intercâmbio

    A cada ano que passa aumenta a oferta de agências de intercâmbio em busca de ofercer os mais variados destinos para os adolescentes que pretendem conhecer culturas diferentes da nossa. Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia, Londres e Sydney são algumas das regiões com maior índice de estudantes brasileiros.
    Existe alguns países em que a maioria dos jovens buscam com maior frequência. Eles buscam aprendar uma nova língua e assim aumentar a capacitação na hora de exercer suas profissões. Na maioria dos casos esses destinos são escolhidos por terem uma economia mais desenvolvida e apresentarem culturas muito diferentes das nossas. Veja e aprenda um pouco mais sobre a história de alguns desses lugares:

    Estados Unidos

    Os Estados Unidos da América (em inglês United States of America) são uma república federal presidencialista, composta por cinqüenta estados e um Distrito Federal. O nome do país é freqüentemente referido pelas siglas USA ou US (em inglês) e EUA (em português).
    A maior parte dos Estados Unidos localiza-se na região central da América do Norte, possuindo fronteiras terrestres com o Canadá e com o México, sendo que o restante do país limita-se com o Oceano Pacífico, o Mar de Bering, o Oceano Ártico, o Golfo do México e o Oceano Atlântico. Dos 50 estados, apenas o Alasca e o Havaí não são contíguos com os outros 48 Estados, nem entre si. Os Estados Unidos também possuem diversos territórios, distritos e outras possessões em torno do mundo, primariamente no Caribe e no Oceano Pacífico. Cada Estado possui um alto nível de autonomia local, de acordo com o sistema federal.

    Os Estados Unidos celebram o seu dia da independência a 4 de julho de 1776, quando as Treze Colônias britânicas na América do Norte fizeram a Declaração de Independência, rejeitando a autoridade britânica, a favor da política de autodeterminação. Esta independência foi oficialmente reconhecida pelo Reino Unido no Tratado de Paris. Os Estados Unidos adotaram sua atual Constituição em 1789, que estabeceu a estrutura básica do governo americano. Desde então, a nação gradualmente desenvolveu-se, tornando-se uma superpotência após o fim da Segunda Guerra Mundial, passando a exercer grande influência econômica, política, científica, tecnológica, militar e cultural no mundo.

    É muito frequente a ida de brasileiros para o Estados Unidos, principalmente jovens com faixa etária entre 15 à 18 anos os quais, na maioria das vezes, fazem parte de programas de High School por um período de seis meses ou um ano. Se você está pretendendo viver essa experiência nesse belo país ou em qualquer outra que seja, segue uma lista abaixo com as principais agências de intercâmbio que disponibilizam desses programa:

    Canadá

    O Canadá é um país localizado na América do Norte. É o segundo maior país do mundo em extensão territorial, sendo superado apenas pela Rússia. O Canadá ocupa praticamente toda a metade norte do continente norte-americano, tendo como único país a lhe fazer divisa os Estados Unidos da América, tanto ao sul (os 48 estados contíguos) como ao noroeste (com o estado do Alasca). Ao norte localiza-se o Oceano Ártico, a oeste, o Oceano Pacífico, e a leste, o Oceano Atlântico e a Groenlândia. A capital do país é a cidade de Ottawa. O nome Canadá provém do iroquês kanata, que significa aldeia ou povoado.

    O Canadá é considerado um dos países mais multiculturais do mundo. Tendo sido colonizada por franceses e ingleses, cerca de 45% da população do Canadá possui ascendência inglesa, escocesa ou irlandesa, e aproximadamente um quarto da população do país possui algum grau de ascendência francesa.

    Nova Zelândia

    A Nova Zelândia (Aotearoa em Maori) é um país de clima temperado localizado no sudoeste do Oceano Pacífico e considerado como parte da Polinésia. Faz parte da Oceania. A sua capital é a cidade de Wellington.

    A Nova Zelândia é um país moderno e industrializado. As principais indústrias exportadoras são a agricultura, a horticultura, a pesca e a silvicultura. Este país possui ainda substanciais indústrias transformadoras, turismo e serviços. Além disso, o país é grande produtor de kiwi e uva. Produz tambem, em grande quantidade, lã; esta entre os 10 maiores produtores mundiais. O país tambem produz um dos melhores vinhos do mundo. A moeda oficial é o Dólar Neozelandês.

    Muito da cultura da Nova Zelândia é derivada de raízes européias, sobretudo britânicas, e mais recentemente americanas, sendo a cultura Maori uma vertente de grande significado na vida pública neozelandesa, além da influência do maior vizinho, a Austrália. O vigor e originalidade das artes em filmes da Nova Zelândia, ópera, música, pintura, teatro, dança, e artes estão alcançando reconhecimento internacional.

    É provavelmente devido ao clima ameno e ao baixo número de residentes que o divertimento no exterior é bastante popular entre os neozelandeses. As corridas de cavalos, o rúgbi, o críquete, o netball, a vela e a marcha têm praticantes entusiásticos.

    Sydney(Sidney), Austrália

    Sydney é a capital do estado de Nova Gales do Sul. É a metrópole mais populosa da Austrália. Tem cerca de 150 000 moradores na sua região central (administrada pelo “City of Sydney Council”), enquanto sua região metropolitana possui mais de 4 milhões de habitantes espalhados por cerca de 600 subúrbios, dos quais destacam-se Parramatta, Chatswood, Manly, Hurstville, Liverpool, Bankstown e Campbelltown. A região metropolitana ocupa um área de cerca de 4000 quilômetros quadrados, uma das maiores do mundo, com quase o dobro da área de Nova Iorque por exemplo. É uma das cidades mais “multi-culturais” do mundo, tamanha a quantidade de imigrantes vindos de todos os cantos do planeta, representando em torno de 180 países. Cerca de 30% dos moradores da cidade nasceram em outros países, sendo 4,5% provenientes do Reino Unido, 2,3% da China, e 2,1% da Nova Zelândia. Outros povos com presença significativa na cidade são os libaneses, gregos, italianos, coreanos, russos, indianos, vietnamitas, indonésios, e tailandeses.

    Sydney é também o maior destino turístico da Austrália, atraindo mais de 4 milhões de turistas anualmente. Os Jogos Olímpicos de 2000, que lá foram disputados, trouxeram grande publicidade para a cidade no exterior, e foram considerados como um dos melhores da história.

    Londres

    Londres é a capital da Inglaterra e do Reino Unido. Importante há quase dois milênios, a cidade é um dos maiores centros financeiros do planeta, e sua participação na política, na cultura, no entretenimento, na moda e nas artes ratificaram seu status de cidade global. A cidade é uma das metrópoles mais povoadas da Europa. Sua população é umas das mais cosmopolitas do mundo, absorvendo a cultura, a religião e o idioma dos mais diversos povos. A cidade é um ponto de conexão internacional de transporte aéreo e um destino turístico popular, contando ícones como a casa do Parlamento, a Tower Bridge, o palácio de Buckingham, o museu britânico, a galeria nacional e, atualmente, o recém re-inaugurado Wembley Stadium.

    Principais agências de Intercâmbio:

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